O mal do boi é achar que o urubu está morto

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Foto: Reprodução.

Para qualquer clube, o 1 a 0 favorável dentro de casa, em mata-mata, é mais importante que qualquer empate. Não para o Flamengo, principalmente se não estiver valendo o critério de gol marcado como visitante. Quando joga com a vantagem do empate debaixo do braço, o Flamengo é menos Flamengo. Vai contra sua história e acaba pagando por isso. O Flamengo se torna mais Flamengo quando joga como pede a música. Pra cima. Sempre pra cima. Os jogadores são só personagens. A grandeza de sua história nunca permitiu recuar.

Se tivesse vencido apenas por 1 a 0, no Maracanã, o Flamengo iria pra Minas com uma mão escorregadia na taça. Bastaria secar a mão e levantá-la, mas qualquer deslize poderia fazê-la cair e quebrar. Com o empate no jogo de ida, o Rubro-Negro tem a obrigação de ser mais Flamengo do que nunca. Nada está perdido. Contrariando o provérbio, o mal do boi é achar que o urubu está morto. O da raposa, também.

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